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Divertículo de Meckel
Divertículo de Meckel | |
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Desenho esquemático de um divertículo de Meckel na borda do intestino delgado. | |
Especialidade | genética médica |
Classificação e recursos externos | |
CID-10 | C17.3, Q43.0 |
CID-9 | 152.3, 751.0 |
CID-11 | 216192536 |
OMIM | 155140 |
DiseasesDB | 7903 |
MedlinePlus | 000234 |
eMedicine | med/2797 ped/1389 rad/425 |
MeSH | D008467 |
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Divertículo de Meckel é uma pequena protuberância (bolsa) de poucos centímetros no intestino delgado presente ao nascimento. É possivelmente o defeito congênito mais comum, não causando problemas na maioria das pessoas.
Causas
É parte de um canal digestivo fetal que não foi reabsorvido adequadamente durante as semanas 5 e 8 de gestação. Está presente desde o nascimento, ou seja, a causa é congênita. Essa bolsa pode ser formada de tecido gástrico, pancreático ou intestinal.
Sintomas
Na maioria das vezes não causam sintomas. Se os sintomas ocorrem, eles tipicamente aparecem antes dos dois anos de idade. O sintoma mais comuns é o sangramento retal indolor, identificado nas fezes (que podem ser escuras ou avermelhadas). Outros sintomas incluem obstrução intestinal, náuseas, vôlvulo e intussuscepção.
Durante a vida o risco do divertículo de Meckel causar sintomas é de:
- Hemorragia: 20–30%
- Obstrução intestinal: 20–25%
- Diverticulite(inflamação): 10–20%
- Anomalias umbilicais: 10%
- Transformação benigna: 2%
- Transformação maligna: menos de 1%
Geralmente a transformação para tumor é benigna, para um tumor de músculo liso (leiomioma). Raramente se transforma em um tumor carcinoide ou leiomiossarcoma.
Diagnóstico
Pode-se suspeitar de sua existência por exame das fezes, verificando sangue oculto. O diagnóstico é confirmado através de cintilografia ou gamagrafia com tecnécio ou com tomografia computadorizada.
Epidemiologia
Cerca de 2 a 3% da população geral tem divertículos (bolsas) intestinais, mas mais de 95% não são diagnosticados por causar poucos ou nenhum sintoma (assintomáticos). São 3 a 4 vezes mais comum em homens. Quando causa problemas, os primeiros sintomas normalmente aparecem antes dos 4 anos.
Tratamento
Quando há sangramento ou infecção persistente o tratamento é cirúrgico, consistindo na remoção da porção afetada do intestino e costurar as partes saudáveis. Como há 10% de complicações (formação de abscessos, mais sangramento ou êmbolos) o tratamento cirúrgico deve ser a última opção.